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Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Grândola

 

História

A EPDRG situa-se no concelho de Grândola, localizado no Litoral Alentejano, distribuindo-se por uma área de cerca de 825,9 Km². Com uma vasta costa marítima, Grândola pertence ao distrito de Setúbal e confina com os concelhos limítrofes de Alcácer do Sal, Ferreira do Alentejo e Santiago do Cacém. O concelho compõe-se por quatro freguesias, nomeadamente a de Grândola e Santa Margarida da Serra; a de Melides; a do Azinhal e a de Azinheira dos Barros e S. Mamede e Sádão. Segundo os dados dos Censos 2021, tem 13.823 habitantes. No aspeto geológico, o território caracteriza-se por três zonas principais, designadamente a serra de Grândola, a planície e a faixa litoral, que mostram nítidas diferenças, no que respeita à composição do solo, ao relevo, à flora e à paisagem, em geral.

Já no que concerne à escola, esta foi constituída como entidade pública a 24 de agosto de 1990, como Escola Profissional Agrícola de Grândola (EPAG), ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26/89, de 21 de janeiro.

A EPAG, numa primeira fase, lecionava cursos profissionais de nível III, na área de formação da agropecuária. Porém, com o desenvolvimento rural e aproveitando as potencialidades da região, abriu-se o leque de oferta formativa da escola, com cursos profissionais nas áreas do Turismo.

Em 2000, com a mudança de estratégia do então ME, relativamente ao ensino e à criação de escolas profissionais, a EPAG passou a integrar a rede pública do MEC, com a publicação da Portaria n.º 269/2000, de 18 de maio, com a designação de Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, integrando a rede oficial de estabelecimentos de ensino do ministério da educação, uma vez que a escola passou a ser detentora de natureza pública.

Posteriormente, a escola obteve a designação, que ainda hoje mantém de Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Grândola (EPDRG).

Tal alteração ficou, sobretudo, a dever-se à mudança de paradigma e de visão estratégica.

A EPDRG, enquanto escola pública, assume os princípios gerais da educação, em vigor na Lei de Bases do Sistema Educativo, no que diz respeito ao direito de todos, no acesso à educação e à cultura, e à garantia do direito a uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no sucesso escolar.

A oferta formativa da escola centra-se nos Cursos de Educação e Formação (CEFs) e nos Cursos Profissionais (CP). Os CEFs incidem na área da restauração/bar e na da agricultura, nomeadamente CEF de Empregado de Restaurante/Bar (ERB), Tipo 2 (dois anos de frequência, 8º e 9º ano de escolaridade); e ainda nos cursos da área da agricultura, Tipo 3 (um ano de frequência, 9º ano de escolaridade).

No CEF, Tipo 3, existem atualmente dois cursos: o CEF de Operador Agrícola (OA); e o CEF de Operador de Máquinas Agrícolas (OMA). Estes cursos atribuem diplomas com equivalência ao ensino básico (9º ano), os quais conferem igualmente diploma de certificação profissional de nível II.

Os Cursos Profissionais, por seu turno, desenvolvem-se na área da agricultura; turismo – geral e ambiental e rural -; e restaurante/bar, assinaladamente Técnico de Produção Agropecuária (TPA); Técnico de Turismo (TT); Técnico de Turismo Ambiental e Rural (TTAR) e Técnico de Restaurante/Bar (TRB).

Estes cursos, além de atribuírem diplomas com equivalência ao ensino secundário (12º ano), conferem ainda um diploma de certificação profissional de nível IV.